Banana Sabor Coco

a rapadura é doce, mas não é mole

Arquivo para Junho, 2007

PQP

Existem coisas que realmente existem para fuder com a gente… E hei de devolver o coice… Pior ainda…

Ai, que alma vingativa….

No hemos hecho mucha cosa…Pero vamos hacerlas…

MOR MFC LDN ADIDAS

Adoro músicas onde seus títulos são abreviaturas… Veja aí, e tente descobrir de quem são…

  

El jodido que es parar…

Me encantan los cigarros. A veces no puedo quedar sin un en la mano. Es casi una locura, un sexo platónico que se torna real con algunas monedas. Un puchito después de hacer (practicarlo es mucho mejor) el amor, después de una parrilla nerviosa o unos cuantos sashimis y sushis, cuando se espera el autobús, en una ventana llena de flores en un dia frió, cuando manejamos mientras escuchamos Françoise Hardy después de las 08:11 pm, cuando miramos nuestros hijos e hijas que crecen, en una silla y nuestro perro a nuestro pié, mientras estamos en la casa a escuchar Mercedes Sosa o Chico Buarque con un vinito, un pucho después de una copa de cachaça pura y muy olorosa… etc… Una pena que ese desgraciado nos jode a la salud, sea de quien fuma o de quien desgraciadamente esta cerca y siente la luma… ¿Que les cuesta poner un cigarro que no daña a la salud? iYo fumaría sin nicotina! El placer no es la nicotina en si, pero la costumbre de poner en la mano, charlar con mil patas-cuates-amigos etc, para las pausas del pensamiento… Me encanta fumar los blanditos, con mil filtros, siempre son los de cajita azul o plomito.iNo sé con que carazos logran fumar los de caja roja! Son explotan pechos! Dejan la ropa con un pésimo olor, las manos horribles… Bueno, intentaré parar pela 998734893 vez….  

Hum… Primera vez que escribo un texto todo en español… Que pe perdonen los que realmente hablan ese lenguaje de forma bonita. Estuve en muchos blogs de Latinoamérica hoy. Soy latino también. Nací en Brasil y dicen que los brasileños no son latinos. Pero, si tenemos nuestro lenguaje de lenguas latinas, somos todos latinos, pues. 

Bueno, volvemos ao tema. Pucha, como las cosas cambiaron en
la Internet – Lo que era esperado. Lo que no esperaba es estar tan atrasado con los lenguajes de informática, recursos, RSS, CIA, RUC, RCTV y IBAMA.

Vide Burra

Já parou para pensar (pensou demais ou pensou de menos) em que fazer quando não se há nada para pensar? Dá um solavanco com chicote de rabo de tatú nas costas, capaz te fazer estalar a pele e deslocar as vértebras. Com sorte, sairá em algum programa do Discovery Channel, aqueles que passam salas de emergências, semelhantes aos açougues mais mequetrefes e não aqueles “doutorzinhos” com gel no cabelo de séries de televisão.

Pensar demora. Demora tanto que ensinam a ter paciência. Por mais que eu tente tai chi, ikebana, florais de Bach, feng shui e até dieta do sol, não há Cristo que aguente, imagine nós, meros fantoches de carne, osso e um punhado de traumas e karmas. Demora mais ainda. E se demora, perde-se a paciência a a metemos em nós mesmos ou no ser semelhante mais próximo.

Dizem que quando digirimos, executamos mais de cem ações enquanto guiamos nosso veículo (alguns o utilizam como arma para matar aos outros ou como prática de suicídio, mesmo). Porra, imagine isso! Uma pessoa tímida deve ter o triplo de ações!

Pensar em puxar o gatilho de um AK-47 deve ser algo não muito recomendável. Seja qualquer arma. Mas no filme “300 de Esparta”, pensar em usar (e usá-la) uma arma, era sinal de pauzudo! Pensar em ir a algum lugar ou não ir deve ser o pior.
Hoje estou para pensar. Imagine quando chegar o capítulo para decidir! “Virgisanta”!



Si pienso mucho, daña mi cabeza… Y creo que la tuya tambien…

If I think too much, hurt my head. I think yours too.

Melhor voltar pro português!

Dedos médios em riste!

Comigo, gente: PUTAQUEOPARIU!
Como é bom soltar um sonoro PQP, right? Ainda mais se gostamos de tomar na bunda por alguma ocasião que não seja prazer.

O (a) cidadão (ã) sabe que algo ou alguma coisa é passível de multa, E FAZ!

Olha o exemplo… Aqueles motoristas ensandecidos quando dirigem sem se importarem com quem e muito menos com eles. Quando chega a multa na casa do (da) infeliz, reclamam e alertam o primeiro advogado de “de porta de cadeia” para reinvindicar o não pagamento da cagada homérica dele (a). O nível da cagada é medido pelos quilômetros de multas e não pelo “peso” da cagada em si.

Quer outra? O cidadão que força a menininha pro rala-e-rola inicial da vida dela. E diz, “é só um pouquinho, depois eu tiro”. A multa chega nove meses depois.

Amanhã eu estarei na área, se derrubar, é pênalti.


Como diria o meu amigo Autori: “¿a ti que chucha te importa?”

As my friend Autuori said: “Its not your business”


Ok, ok. Amanhã farei a matrícula nos cursos de línguas